A Renovação

A Renovação. Escolhido por este blog ser a renovação do meu anterior e já abandonado blog.

Após tanto tempo sem escrever nada decidi tentar a minha sorte e redigir um novo artigo, claro que ao tentar fazer um bom artigo ele automaticamente passa a ser bom porque, “o que conta é a intenção”, e até foi redigido por uma mente que aparenta ser bastante mais brilhante do que aquilo que é e pensou: “Epah, pôxa vida mê Irmão, à tanto tempo que não escrevo nada para aquele grandioso blog, vou fazer um grande post, mas mesmo grande”, depois disto foi tempo de pensar no tema e acabei por escolher “Nada de Concreto”, ou seja, vou falar de vários temas o mais actuais possíveis e alguns até de certa forma intemporais. Se já até aqui está a ser uma grande seca, esperem só se quiserem chegar ao final do artigo.

Com esta introdução só me podem estar a caluniar com palavrões do tipo : “Este tipo é mesmo estúpido” ou ainda mais coisas que de momento não me vêem a cabeça, claro que depois se o alvo das insinuações caluniosas não sou eu, é este artigo que só por si e até aqui vai com 190 Palavras. Os temas vão ser, como já referido variados e sem ordem concreta, e muitas coisas não possuirão nexo algum.

Vou iniciar este texto digno de prémio de “Grande Seca”com um “Eu penso que” que deverá estar exactamente a seguira um particularmente pouco belo e escondido articulador de discurso, portanto (para os mais distraídos o articulador está mesmo atrás do “(“ ), (ponto 1) eu penso que a civilização do Amanha, está demasiado presa ao preconceito, tem uma espécie de fobia ao afecto e carinho entre pessoas, existem estereótipos e discriminação em abundância, quando se vai na rua e alguém com mau aspecto ou, vá, no mínimo aspecto duvidoso atravessa-se a rua (ás vezes há razão para isso). Eu falo desta forma e dá a ideia que não tenho preconceitos, mas sinceramente, quem não tem? Pelo que vejo, parece-me que toda gente possui um preconceito, por mais anão que seja.

Já começando com o ponto 2, posso falar nas pessoas que criticam o estado e aquele que de certo de momento é o “manda-chuva” lá do sitio, o Srº (será que é) Engenheiro José Sócrates, e o seu posto da Independente, ora esta mentira do estado actual começou cedo, e do que mais eu me” alembro” posso falar da campanha do já atrás referido senhor, na sua corrida pelo titulo de primeiro ministro afirmava a pés juntos que o valor dos impostos aumentou o suficiente e não seria preciso “apertar mais o cinto” mas pelos vistos, após a eleição, voltou a subi-lo, mas voltando ao titulo inicial, as pessoas que criticam, votaram nele, e se eu tivesse poder de voto muito provavelmente também votava, pois entre os candidatos venha o diabo e escolha.

Outro tema que vou abordar é o da televisão e hoje em dia, cada vez mais dramática e á procura de horrendos crimes e escândalos. Começo então pela TVI, grandioso canal (ironia presente no seu mais elevado espírito), TVI esta que actualmente e assim de repente só vejo 3 coisas de jeito, e não passam de séries americanas, Dr. House, That 70’s Show (passa por volta das 2.30/3.00 da manhã, o que é um grande horário para séries de comedia) e a recém-nascida séria transmitida ao inicio da tarde de sábados, Heroes, ok, até aqui parece tudo bem, mas depois temos as excessivas novelas e o seu programa de transmissão de noticias diário, e vá, tudo o resto. Esta estação irrita-me pois na minha opinião é mais um meio de comunicação racista, pois com aquelas notícias nocivas, ninguém consegue andar sem receio nas ruas, as pessoas passam a pensar sem pensar (mais uma vez, que estupidez de afirmação….), o que eu quero dizer é que simplesmente as pessoas pensam através do Senso Comum Errado, ao invés de tentarem ver as coisas com olhos de ver e utilizarem o Bom Senso.

*João pega no comando da TV e carrega no nº3*

Vou falar da SIC agora, primeiro que tudo, tenho uma Boa Noticia: a Floribella acabou, e agora uma Má Noticia: Já está de volta!, aqui na SIC, excluindo para fora (grande pleonasmo) a floribella e as suas fadas malignas que enfeitiçam as cabeças de pequenas e inocentes crianças que observam aquela desgraça, temos uma melhor qualidade do que na TVI, temos CSI e filmes de fins-de-semana bastante bons, mas começa a ter demasiadas novelas no seu horário.

Agora por esta ordem de ideias tenho de passar para a RTP 1, aquela que pertence ao serviço público. Nesta temos diversas coisas boas, desde o menor tempo reservado para os Anúncios até a entrevistas, debates e filmes a horários bons, e claro Gato Fedorento. Depois dos 4 canais tugas que são “á lá borlieu” temos aquele que na minha opinião se consagra no melhor: RTP 2, uma série diferente por dia da semana, uma série semanal, programas infantis, o novo sempre em pé, documentários, estudos, entrevistas, debates, na minha opinião quem quer passar um bom bocado tem a RTP 2 ao seu dispor, esta abrange, penso eu de que, todos os temas possíveis, e toda a sua publicidade é institucional, e apenas isso, temos na categoria de séries: My Name is Earl, Dois homens e meio, Brians Friens, Bones, Serviço de urgência. Acho que é impossível alguém já ter passado uma semana sem ver uma série de RTP 2. Depois temos a TV Cabo/Cabovisão/ TV Tel, das quais (sim, das três) foi excluído o melhor canal de origens portuguesas de sempre, e arrisco a dizer, o melhor canal de sempre nos serviços pagos, a grandiosa SIC Comédia, quando se estava num mau momento sintonizava-se a TV naquele canal e era rir a torto e a direito, depois temos a FOX, AXN, Sic Radical e MTV.

Ainda antes de acabar este ponto relacionado com a TV, gostaria de referir as publicidades tristes que aí andam… As melhores são sem duvida (para mim) as das operadoras moveis TMN, Optimus e claro a Vodafone, tínhamos a da Efémera, a do Comboio e agora temos ainda mais! E finalmente parece que já à tanto tempo que não acontecia, temos uma publicidade com um Jingle, de certa forma irritante, mas original: “É Fácil, é como encontrar um trevo, na tromba de um elefante”, falo pois claro do anúncio do Jumbo.

Agradeço pois claro a quem chegou aqui, pois são mais de 1000 palavras, e eu que nem queria escrever tantas, a quem aqui chegou e ainda exclamou “O Quê? Já no final? “, o meu muito obrigado pela atenção á indignação, uma publicação de 3 páginas A5 e neste momento 1110 palavras, e não desesperem pois deverei ter outra publicação pronta para breve. É Caso para dizer: “Qualquer dia escrevo um livro!”



JR-ST©2007

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